A osteoporose é a perda de massa e de qualidade dos ossos, que ficam mais frágeis e sujeitos a fraturas. Ela não dói por si só: a dor aparece quando há fratura, principalmente na coluna, no punho e no quadril, ou por sobrecarga de músculos e tendões depois dela. O tratamento dos ossos é do endocrinologista, reumatologista ou geriatra. Em Brasília e no Gama, a Dra. Mayara Ferreira Ramos avalia a dor musculoesquelética associada e indica procedimento guiado quando há lesão localizada.

O que é a osteoporose

A osteoporose é uma doença do esqueleto em que os ossos perdem massa e têm a estrutura interna enfraquecida. O osso fica mais poroso e quebra com traumas pequenos, como uma queda da própria altura ou até um esforço para levantar peso.

É mais comum em mulheres após a menopausa e em homens e mulheres acima dos 65 anos, mas também pode surgir em pessoas mais jovens que usam corticoide por muito tempo ou têm doenças que afetam os ossos.

Por que a osteoporose causa dor

A osteoporose é chamada de doença silenciosa porque a perda óssea não dói. A dor aparece por consequências dela:

Fraturas

As mais comuns são as das vértebras, do punho e do quadril. A fratura vertebral pode acontecer sem queda, por compressão, e causar dor súbita nas costas.

Alteração da postura

Várias fraturas vertebrais reduzem a altura e aumentam a curvatura das costas. Músculos e ligamentos trabalham em desvantagem e passam a doer.

Sobrecarga de músculos, tendões e bursas

Depois de uma fratura ou por medo de cair, a pessoa muda a forma de andar e se movimentar, o que sobrecarrega o quadril, os joelhos e os ombros.

Dor da fratura ou dor musculoesquelética?

CaracterísticaFratura por fragilidadeDor musculoesquelética associada
InícioSúbito, às vezes após esforço leveGradual
LocalColuna, punho, quadrilLateral do quadril, joelho, ombro, costas
ExameRadiografia, ressonância ou tomografiaUltrassom mostra bursite, tendinopatia
CondutaAvaliação ortopédica e tratamento da osteoporoseReabilitação e, quando indicado, procedimento guiado

Fatores de risco para osteoporose

  • Menopausa, principalmente precoce.
  • Idade acima de 65 anos.
  • Uso prolongado de corticoide.
  • Baixo peso, sedentarismo, tabagismo e consumo excessivo de álcool.
  • Histórico familiar de fratura de quadril.
  • Doenças como artrite reumatoide, alterações da tireoide e problemas de absorção intestinal.

Sinais de alerta

  • Dor súbita e forte nas costas, sem trauma importante.
  • Perda de altura ou aumento da curvatura das costas.
  • Dor na virilha ao apoiar a perna depois de uma queda.
  • Dor no punho com deformidade após queda com a mão apoiada.

Nessas situações, procure avaliação com exame adequado para fratura.

Tem osteoporose e uma dor que não passa no quadril ou no ombro?

O ultrassom mostra se a dor vem de uma bursa ou de um tendão sobrecarregado, que pode ser tratado de forma direcionada.

Agendar avaliação pelo WhatsApp

Investigação clínica completa

Histórico clínico

Fraturas anteriores, quedas, perda de altura, menopausa, uso de corticoide e histórico familiar.

Exames hormonais e laboratoriais

Cálcio, vitamina D, função da tireoide, função renal e outros exames são solicitados pelo médico que trata a osteoporose. A densitometria mede a densidade do osso.

Fatores metabólicos

Baixo peso e alimentação pobre em cálcio e proteína aumentam o risco. O diabetes também altera a qualidade do osso.

Sono

Dor noturna e medicamentos para dormir aumentam o risco de queda à noite.

Saúde mental

O medo de cair reduz a atividade física e acelera a perda de força e de massa óssea.

Uso de medicamentos

Corticoide, alguns anticonvulsivantes e medicamentos que reduzem o ácido do estômago podem afetar os ossos. Remédios que causam tontura aumentam o risco de queda.

Estilo de vida

Exercício de fortalecimento e equilíbrio, exposição adequada ao sol e retirada de tapetes e obstáculos em casa reduzem quedas.

Diagnóstico: quais exames são necessários

A densitometria óssea diagnostica a osteoporose. Radiografia, ressonância ou tomografia confirmam fraturas. O ultrassom musculoesquelético avalia músculos, tendões e bursas quando a dor é localizada e não vem de fratura.

Tratamentos disponíveis

Tratamento da osteoporose

Conduzido pelo endocrinologista, reumatologista, geriatra ou ginecologista, com medicamentos, cálcio, vitamina D e exercício. A conduta é individual.

Reabilitação

Fortalecimento, treino de equilíbrio e correção da postura reduzem a dor e o risco de nova fratura.

Tratamento das dores musculoesqueléticas associadas

Quando o ultrassom mostra uma lesão localizada, como bursite trocantérica ou tendinopatia, o tratamento inclui reabilitação e, em casos selecionados, infiltração guiada por ultrassom. O uso de corticoide é ponderado, porque o uso repetido pode piorar a perda óssea.

Limitações e quando a infiltração não é indicada

A infiltração não trata a osteoporose nem a dor da fratura. Não é repetida com frequência no mesmo local e é evitada quando há infecção ou suspeita de fratura não investigada.

Riscos da automedicação

Anti-inflamatórios por conta própria podem mascarar uma fratura e trazem risco para estômago e rins, mais sensíveis em idosos. Tomar cálcio e vitamina D em doses altas sem orientação também não é seguro.

Avaliação da dor associada à osteoporose em Brasília e no Gama

A Dra. Mayara avalia a dor musculoesquelética no consultório da Asa Norte, em Brasília, e atende pacientes do Gama, Novo Gama e entorno, inclusive idosos em domicílio. O laudo é enviado ao médico que trata a osteoporose. Veja também dor lombar crônica e dor no quadril.

Perguntas frequentes

Osteoporose dói?

A perda óssea em si não dói. A dor surge quando há fratura, inclusive pequenas fraturas por compressão na coluna, ou por tensão muscular e alteração da postura que vêm depois delas.

Qual exame diagnostica a osteoporose?

A densitometria óssea é o exame de referência. O ultrassom não mede a densidade do osso, mas avalia músculos, tendões e bursas que podem estar causando a dor.

Quem tem osteoporose pode fazer infiltração?

Em casos selecionados, sim, para uma dor localizada com lesão identificada, como bursite ou tendinopatia. O uso repetido de corticoide é evitado porque ele pode piorar a perda óssea.

Uma fratura de vértebra pode passar despercebida?

Pode. Muitas fraturas vertebrais causam dor leve ou nenhuma e só aparecem pela perda de altura ou pela curvatura das costas. Dor súbita nas costas em quem tem osteoporose merece avaliação.

Exercício é seguro para quem tem osteoporose?

Sim, e é recomendado. Fortalecimento, equilíbrio e caminhada, com orientação, ajudam os ossos e reduzem o risco de queda, que é a principal causa das fraturas.

Agende sua avaliação em Brasília ou no Gama

Consulta e ultrassom com a Dra. Mayara Ferreira Ramos, no consultório da Asa Norte ou em domicílio. A conduta é sempre definida após avaliação individual.

Agendar pelo WhatsApp